Rede hexagonal de grafeno se transformando em polímero industrial
Brazilian Graphene2DXGPX — Graphene Performance Excellence

Confidencial · 2026

Primeira planta global de aditivos industriais com grafeno aplicado

Plataforma industrial nos EUA para GPX Polymer Additive + G-FORCE, combinando produção própria de grafeno, know-how aplicado e escala global.

$50M
Investimento proposto
30%
Participação (equity)
$85M
70% sobre capital aportado
Cobertura do lastro
Lastro em estoque estratégico
$13.4B
$4.0B
30% equity
Valuation da operação em 2030
~51%
Margem líquida projetada
EBITDA ~70%
jun/2027
Início do faturamento
$1.44B
$731M
Lucro líquido
Receita — 1º ciclo (jun/27 → mai/28)
$4.80B
$2.44B
Lucro líquido
Receita anual em regime pleno (2030)
Grafeno próprio
Aditivo pronto para aplicação
Know-how transferido ao cliente
Suporte técnico industrial

O cliente não compra apenas um insumo: compra performance, validação e redução de tempo de desenvolvimento.

Chip de silício ao lado de uma rede hexagonal de grafeno iluminada
02Precedente histórico

A jornada do Vale do Silício — 70 anos a partir de um único material

Um material, uma aplicação: o semicondutor. Foi o suficiente para criar a maior concentração de valor da história econômica.

1950s
~10 empresas

Shockley leva o silício para a Califórnia (1956). Fairchild Semiconductor nasce em 1957. Não havia mercado — havia um material.

1960s
~50 empresas

Intel (1968) e a primeira geração de fabs. Setor global ainda abaixo de $1B/ano.

1970s
~150 empresas

Microprocessador, Apple (1976), Oracle (1977). Semicondutores passam de $10B/ano.

1980s – 1990s
~2,000 empresas

PC, software e internet. Cisco, Adobe, NVIDIA (1993), Google (1998). Setor cruza $150B/ano.

2000s – 2010s
~14,000 empresas

Mobile, nuvem e dados. O vale vira o centro de capital de risco do planeta.

Hoje
>$600B/ano

Semicondutores movimentam mais de $600B por ano; as empresas nascidas ali somam mais de $10 trilhões em valor de mercado.

E se você tivesse tido a oportunidade de investir no Vale do Silício em 1957?

Fontes: Computer History Museum; WSTS / SIA — Semiconductor Market Data 2024/2025; capitalização de mercado pública das empresas citadas. Contagens de empresas são ordens de grandeza indicativas.

03O material

O que é o grafeno

Derivado da grafita, o grafeno é uma única camada de átomos de carbono em rede hexagonal. Isolado em 2004 na Universidade de Manchester e reconhecido com o Nobel de Física em 2010, é o material mais forte, mais fino e mais condutor já medido.

200x

mais resistente que o aço, com 1/6 do peso

~200x

mais condutor de eletricidade que o silício

5x

mais condutor térmico que o cobre

1 átomo

de espessura — o primeiro material 2D estável

130 GPa

resistência à tração — o material mais forte já testado

2004 / 2010

descoberto e laureado com o Nobel de Física

A diferença estrutural
1 material,
N indústrias

O silício resolveu um problema: o semicondutor. O grafeno não é um material de produto único — ele é um potencializador universal. Onde existe polímero, concreto, borracha, tinta, bateria, compósito ou metal, ele entra e melhora o desempenho da matéria-prima que já está lá.

É por isso que a curva de adoção não depende de uma única indústria decolar. Ela depende apenas de o material chegar em forma industrial utilizável — que é exatamente o que o GPX entrega.

O gargalo da indústria

A grande dificuldade do grafeno não é a ciência — é a escala com alto grau de pureza. Até hoje não existe no mundo produção em volume que combine alta pureza, dispersão estável e repetibilidade industrial. O GPX resolve esse gargalo em uma única plataforma.

Fontes: Nature — Novoselov & Geim (2004); Comitê do Nobel de Física (2010); Graphene Flagship — propriedades de referência do grafeno monocamada.

Globo terrestre envolto em uma malha hexagonal de grafeno luminosa
04A nova era

Grafeno + tudo: a era do grafeno aplicado a tudo começa em junho de 2027

Quando o silício nasceu, o mundo tinha outra infraestrutura de informação. Levou décadas para uma tecnologia sair de um vale na Califórnia e alcançar a indústria global. Hoje a difusão é instantânea: informação, vídeo, validação técnica e cadeia de compras circulam em tempo real. A escalabilidade do grafeno não será linear — será multiexponencial.

Difusão instantânea

O que o silício levou 30 anos para divulgar, o grafeno divulga em 30 meses. Informação, prova técnica e demanda circulam em tempo real.

Origem: Estados Unidos

A planta nasce no maior mercado industrial do mundo e exporta a partir dele — dos EUA para o mundo, não o contrário.

Revolução exponencial

Uma década de adoção comprimida: o mesmo material entrando simultaneamente em plásticos, concreto, automotivo, naval, defesa, energia e revestimentos.

Junho de 2027

O início da era do grafeno aplicado a tudo — e a chance de entrar antes dela.

05Tese de investimento

Por que esta tese é incomum para uma operação industrial

A referência aqui não é uma startup de tecnologia: é a indústria de especialidades químicas. Comparado a esse setor, o conjunto abaixo é atípico.

Integração vertical

Grafeno próprio + aditivo aplicado + suporte técnico sob um único controle industrial.

Barreira de entrada

Quem depende de grafeno comprado no mercado perde competitividade de custo e margem.

Tecnologia validada

Produtos, aplicações e know-how já desenvolvidos pela Brazilian Graphene / 2DX.

Venda com transferência

O comprador recebe conhecimento aplicado para acelerar homologação e performance.

Margem atípica

~51% de margem líquida projetada em uma operação industrial de transformação.

Segurança financeira

12 meses de OPEX reservado, caixa de tesouraria e insumos de produção financiados.

Lastro econômico

$85M em estoque estratégico alocado como garantia do aporte de $50M.

Upside fora do caso-base

FTZ/incentivos, contratos governamentais, novas plantas e licenciamento global.

Margem: GPX vs. referência de mercadoESCALA 0 – 60%
GPX — margem líquida projetada
Aditivo verticalizado / alto valor agregado
~51%
Especialidades químicas — referência de mercado
Margem EBITDA considerada "above average"
>20%
0%
15%
30%
45%
60%

Fonte: S&P Global Commodity Insights / Chemical Week — em specialty chemicals, margem de EBITDA acima de 20% já é considerada “above average”. Comparação indicativa: a margem líquida projetada do GPX decorre da integração vertical e do alto valor agregado do aditivo.

Laboratório de materiais avançados analisando compósitos poliméricos
06O problema

Indústrias globais precisam de performance sem redesenhar a cadeia produtiva

O GPX entra como aditivo: o cliente mantém sua formulação, seu maquinário e seu processo. A fricção de adoção é baixa — e o ganho é imediato.

Entra no processo atual

Dosagem no mesmo fluxo de produção, sem redesenho de linha nem novo investimento de capital.

Economiza aditivos atuais

Não substitui a cadeia: reduz o consumo dos aditivos convencionais e potencializa o resultado final.

Ganho de performance

Mais resistência mecânica, durabilidade e desempenho com a mesma base de matéria-prima.

Time-to-market curto

Suporte técnico encurta o caminho entre laboratório, piloto e escala industrial.

O grafeno puro trava na indústria por dispersão, compatibilidade, repetibilidade e falta de suporte. O GPX / G-FORCE resolve exatamente essa ponte: grafeno transformado em aditivo industrial pronto para uso.

07Barreiras competitivas

O que um concorrente precisaria ter — ao mesmo tempo — para competir

1. Produzir o próprio grafeno

Sem produção própria, o custo do insumo inviabiliza a margem: o concorrente compra caro o que nós produzimos.

2. Ter o aditivo pronto

Grafeno não é produto industrial. É preciso a formulação estável, dispersa e repetível — isso é o GPX.

3. Dominar a aplicação

Sem o know-how de aplicação, o aditivo não performa no processo do cliente. Nós entregamos a tecnologia junto.

4. Sustentar suporte técnico

Time científico acompanhando homologação e escala. Não vendemos aditivo: transferimos tecnologia.

Janela estimada de pioneirismo
7–10 anos

Tempo estimado para que um concorrente reúna escala, pureza, formulação e validação industrial simultaneamente.

Estimativa construída sobre o caminho crítico: mais de 5 anos para implantar produção própria de grafeno em escala com o grau de pureza exigido, 1–2 anos para desenvolver e estabilizar a formulação do aditivo e mais 1–2 anos para validação industrial junto a clientes.

Essa janela é usada estrategicamente para consagrar a marca e transformar o aditivo de grafeno GPX em categoria de produto — a referência que o mercado passa a pedir pelo nome.

Painéis compósitos avançados em aplicações naval e de defesa
08Tração comercial

Demanda sendo construída antes da fábrica

Já existem LOIs assinadas. As amostras e pilotos são atendidos hoje pela produção no Brasil, e a assinatura dos contratos com os players em negociação é iniciada assim que a planta dos EUA é definida.

  1. Hoje

    LOIs assinadas e tratativas em curso com grandes players globais; amostras e pilotos suportados pela produção atual.

  2. set/2026

    Piloto automotivo com Castelburg / Karstadtborg.

  3. out/2026 →

    Feiras, prospecção e homologações nos EUA, Europa, Oriente Médio e Ásia.

  4. 8 meses

    Janela de prospecção internacional entre out/2026 e a inauguração da planta em mai/2027.

  5. mai/2027

    Planta operacional no Porto de Manatee.

  6. jun/2027

    Largada com 20% da capacidade — 40 t/mês já comprometidas em clientes homologados.

Interesse governamental em defesa, naval e materiais avançados tratado como upside, fora do caso-base.

09Mercado endereçável

Um mercado de dezenas de bilhões que ganha performance sem trocar de cadeia

O GPX não elimina os aditivos existentes: reduz o consumo deles e potencializa o produto final. Por isso a adoção é aditiva ao mercado atual, não uma ruptura dele.

TAM global
$84B

Aditivos plásticos + aditivos de concreto — os dois mercados de largada.

SAM prioritário
EUA · Europa · Defesa

Polímeros, automotivo, naval, construção, materiais industriais e governo.

Capacidade da planta
$2.4B /ano

Fase 1

$4.8B /ano

Fase 2

2.9%

É o que a Fase 1 ($2.4B) representa do mercado endereçável de $84B.

5.7%

É o que a Fase 2 estabilizada ($4.8B) representa do mesmo mercado.

A limitação do plano é capacidade instalada — não demanda.

Fontes: Research and Markets / BCC Research — Plastic Additives Market 2024; Fortune Business Insights — Concrete Admixtures Market 2024/2025.

10Capacidade industrial

Rampa de produção — 40 t/mês a 400 t/mês

A Fase 2 replica exatamente a mesma curva de ramp-up da Fase 1: uma segunda planta idêntica entra em jan/2029 com 20 t/mês (total 220 t/mês) e atinge 200 t/mês ao final de 2029 — total de 400 t/mês, mantido flat em 2030.

0100200300400t/mês40jun/27127dez/27200mai/28FULL FASE 1200dez/28220jan/29INÍCIO FASE 2400dez/294002030
LocalizaçãoEUA — Porto de Manatee
Início do faturamentojunho/2027
Largada comercial20% da Fase 1 — 40 t/mês
Full Fase 1maio/2028 — 200 t/mês
Volume 1º ciclo1,440 t (jun/27 → mai/28)
Início Fase 2janeiro/2029 — 220 t/mês
Full Fase 2dezembro/2029 — 400 t/mês
2030Flat em 400 t/mês — 4,800 t/ano
11Receita e lucro

Projeção por ciclo fiscal — jun a mai ($ milhões)

Receita Lucro líquido
010002000300040005000$1.44B$731MAno 1jun/27 – mai/28$2.66B$1.35BAno 2jun/28 – mai/29$4.46B$2.26BAno 3jun/29 – mai/30$4.80B$2.44BRegime pleno12 meses a 400 t/mês
Ciclo fiscalVolume (t)ReceitaEBITDA (~70%)Lucro líquido (~51%)
Ano 1 — jun/27 a mai/281,440$1.44B$1.01B$731M
Ano 2 — jun/28 a mai/292,664$2.66B$1.87B$1.35B
Ano 3 — jun/29 a mai/304,456$4.46B$3.12B$2.26B
Regime pleno — 400 t/mês4,800$4.80B$3.36B$2.44B
$1,000/kg

Preço-base conservador, já praticado e aceito

~70%

Margem EBITDA projetada

~51%

Margem líquida após impostos

25.35%

Carga tributária considerada (federal + FL)

Upside fora do caso-base

Incentivos fiscais e aduaneiros da região portuária

A área do Porto de Manatee é elegível a benefícios de zona franca (FTZ), diferimento e isenção de tarifas de importação sobre insumos, além de incentivos estaduais da Flórida. Nenhum desses ganhos está no caso-base.

até $150M

Ganho adicional estimado por ano em Fase 2, equivalente a cerca de +3 p.p. de margem líquida.

12Demonstrativo de resultados

DRE por ciclo operacional (jun → mai)

O faturamento começa em jun/2027. O ciclo contábil da operação acompanha o ciclo comercial: Ano 1 vai de jun/27 a mai/28, e a primeira distribuição de lucro ocorre em jun/2028. Valores em $ milhões, preço-base de $1,000/kg.

LinhaAno 1 — jun/27 a mai/28Ano 2 — jun/28 a mai/29Ano 3 — jun/29 a mai/30
Volume produzido e vendido (t)1,4402,6644,456
Receita líquida$1,440$2,664$4,456
(–) Insumos e concentrado (13%)(187)(346)(579)
(–) OPEX industrial — energia, equipe, manutenção (9%)(130)(240)(401)
(–) Comercial e marketing (5%)(72)(133)(223)
(–) G&A corporativo (3%)(43)(80)(134)
= EBITDA (70%)$1,008$1,865$3,119
(–) Depreciação e amortização(29)(53)(89)
= EBIT$979$1,812$3,030
(–) Impostos (25.35% federal + FL)(248)(459)(768)
= Lucro líquido$731$1,352$2,262
Geração de caixa operacional (EBITDA – impostos)$760$1,406$2,351
50% distribuído aos sócios$366$676$1,131
Sua fatia — 30%$110$203$339
70%

Margem EBITDA

~51%

Margem líquida

$4.35B

Lucro líquido — 3 ciclos

$2.17B

Caixa retido para a Fase 2

Volumes derivados da rampa física: Ano 1 média de 120 t/mês (40 → 200 t/mês); Ano 2 combina Fase 1 plena com o início da Fase 2; Ano 3 captura a rampa da Fase 2 até 400 t/mês. Os 50% de lucro não distribuídos financiam integralmente a Fase 2, sem novo aporte.

Malha hexagonal de grafeno em fundo tecnológico escuro
13Uso do investimento

Alocação dos $50M

$50MTOTAL DO APORTE
Insumos gerais e matéria-prima para produção$22.5M
CAPEX, laboratório e segurança/EHS$7.5M
Reserva de OPEX — 12 meses$8.0M
Caixa livre / reserva de tesouraria$6.5M
Licenças, jurídico e estrutura fiscal$2.0M
Logística e equipamentos móveis$2.0M
Marketing, feiras e comercial inicial$1.5M
Total$50.0M

Estrutura financeira desenhada com inteligência estratégica: OPEX protegido por 12 meses e reserva segura de tesouraria — a operação nunca depende de capital novo para funcionar.

14Retorno do investidor

Payback no primeiro ciclo operacional e valuation em escala

$50M
Aporte
30%
Participação
$166.7M
Valuation post-money de entrada
Pré-money $116.7M
50%
Distribuição do lucro líquido
PeríodoReceitaLucro líquido50% distribuídoSua fatia (30%)
Ano 1 — jun/27 → mai/28$1.44B$731M$366M$110M
Ano 2 — jun/28 → mai/29$2.66B$1.35B$676M$203M
Ano 3 — jun/29 → mai/30$4.46B$2.26B$1.13B$339M
Acumulado — 3 ciclos$8.56B$4.35B$2.17B$652M
Payback
mai/2028

A primeira distribuição ocorre em jun/2028, ao fechamento do 1º ciclo (jun/27 → mai/28): $1.44B de receita, $731M de lucro líquido, $366M distribuídos e $110M para o investidor contra $50M aportados.

Retorno no 1º ciclo
2.2x

$110M distribuídos em jun/2028 contra $50M aportados — payback e lucro na mesma data.

Retorno acumulado — 3 ciclos
13.0x

$652M somente em distribuição de lucro até mai/2030, sem considerar o valor da participação (30% = $4.0B em 2030).

A produção é o limitador da receita — por isso a capacidade dobra na Fase 2. Os outros 50% do lucro permanecem em caixa e financiam integralmente essa expansão, sem novo aporte. Projeções com preço-base conservador de $1,000/kg e margem líquida de ~51%.

15Garantia / lastro

Lastro econômico superior ao capital investido

O aporte de $50M é protegido por 1 tonelada de grafeno em estoque estratégico, com valor de mercado estimado em $85M, alocada em nome e sob titularidade do investidor, em local de custódia de sua conveniência, até a conclusão do payback. Concluído o retorno do capital, o lastro é liberado.

$50M

Investimento

$85M

1 t de grafeno em estoque estratégico

1.7x

Cobertura

Lastro precificado a $85,000/kg de grafeno em pó de alta pureza — referência de mercado do material puro, independente do preço de $1,000/kg do aditivo GPX usado nas projeções de receita. O lastro é garantia de capital: não integra o valuation nem as projeções.

16Valuation

Como chegamos a $13.4B em 2030

Método principal: múltiplo de EBITDA (EV/EBITDA), aplicado sobre o EBITDA de regime pleno. Método de checagem: fluxo de caixa descontado. Ambos convergem para a mesma faixa.

$166.7M
30% = $50M
Entrada — post-money 2026
$6.3B
30% = $1.9B
2028 — EBITDA $1.58B × 4.0x
$10.4B
30% = $3.1B
2029 — EBITDA $2.60B × 4.0x
$13.4B
30% = $4.0B
2030 — EBITDA $3.36B × 4.0x
Método 1 — múltiplo de EBITDA
Receita 2030 (4,800 t × $1,000/kg)$4.80B
Margem EBITDA70%
EBITDA 2030$3.36B
Múltiplo aplicado4.0x
Enterprise value 2030$13.4B

O múltiplo de 4.0x é deliberadamente conservador: a mediana de EV/EBITDA em specialty chemicals fica entre 9x e 12x. Aplicamos um desconto de ~60% por risco de ativo único, curva de execução e ausência de histórico operacional.

Método 2 — fluxo de caixa descontado
Fluxo de caixa livre em regime (2031+)$2.44B/ano
Taxa de desconto (WACC)18%
Crescimento na perpetuidade0%
Valor terminal em 2030$14.1B

WACC de 18% reflete um projeto industrial greenfield, sem alavancagem e com risco de execução — muito acima do custo de capital de uma química estabelecida (8%–10%). Crescimento perpétuo zerado: nada além da Fase 2 é considerado.

Convergência
$13.4B – $14.1B

Adotamos o menor dos dois: $13.4B. Sua participação de 30% = $4.0B.

Lastro das premissas

Preço de $1,000/kg já praticado e aceito; capacidade física de 400 t/mês instalada; margem de ~51% líquida após impostos.

O que NÃO está no valuation

FTZ e incentivos da Flórida, contratos governamentais, novas plantas, licenciamento global, Graphene Smart Valley e reajuste de preço.

Sensibilidade

A 3.0x EBITDA o valuation 2030 é $10.1B (30% = $3.0B). A 6.0x — ainda abaixo da mediana setorial — é $20.2B (30% = $6.1B).

Referências de múltiplos: S&P Global Commodity Insights e Damodaran (NYU Stern) — EV/EBITDA de specialty chemicals. Projeções ilustrativas; não constituem oferta ou garantia de retorno.

17Aplicações

O caso-base usa dois mercados. A tecnologia já atende seis.

Plásticos e concreto sustentam toda a projeção financeira. Os demais segmentos já têm produto desenvolvido, teste comprovado e tecnologia pronta para ser compartilhada — são alvos adicionais, não promessas.

Polímeros e plásticos

No caso-base

Concreto e construção

No caso-base

Automotivo

Piloto em curso

Borracha e pneus

Produto validado

Naval e defesa

Produto validado

Revestimentos e energia

Produto validado

Mesmo que plásticos e concreto avancem mais devagar que o previsto, há outros quatro segmentos prontos para absorver a mesma capacidade instalada. É um oceano azul com mais de uma entrada.

Vista aérea do porto de águas profundas com terminal industrial ao entardecer
18Localização estratégica

Porto de Manatee — a célula do primeiro Graphene Smart Valley

Por que Manatee

  • Porto de águas profundas nos EUA, com acesso direto a rotas internacionais e ao mercado consumidor americano.
  • Importação de insumos e exportação de produto acabado dentro da própria área portuária — logística curta e custo previsível.
  • Elegibilidade a FTZ / zona franca, com diferimento e isenção de tarifas sobre insumos importados.
  • Malha rodoferroviária integrada ao sudeste dos EUA e proximidade de polos industriais de plásticos e construção.
  • Área com espaço para expansão modular da Fase 2 e para o campus do Graphene Smart Valley.
Graphene Smart Valley

A planta não é um ativo isolado: é a primeira célula de um projeto maior da Brazilian Graphene — um polo industrial e tecnológico dedicado ao grafeno, reunindo produção, P&D, aplicação, formação técnica e empresas parceiras em um mesmo território.

É a lógica do Vale do Silício aplicada ao material que sucede o silício, somada ao conceito de smart city: infraestrutura inteligente, energia eficiente e ecossistema de inovação em torno de uma única matéria-prima estratégica.

Produção
Planta GPX
Ciência
P&D e laboratório aplicado
Ecossistema
Parceiros e formação técnica

Benefícios aduaneiros e fiscais potenciais são tratados como upside operacional, não como premissa do caso-base.

19Conclusão

Este não é apenas um projeto de fábrica. É a industrialização global de uma tecnologia proprietária, com margem atípica, demanda em formação, capital protegido e capacidade de expansão modular.

Brazilian GrapheneGPX
Danilo Furtado
Presidente / CEO

Documento confidencial · 2026